Energia solar fotovoltaica atinge três gigawatts em geração distribuída no Brasil

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O Brasil acaba de atingir a marca histórica de três gigawatts (GW) de potência instalada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica em residências, comércios, indústrias, produtores rurais e prédios públicos.

Segundo o mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a fonte solar fotovoltaica, baseada na conversão direta da radiação solar em energia elétrica em forma renovável, limpa e sustentável, lidera com folga o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com mais de 99,8% das instalações do país. “A Absolar comemora essa marca. No entanto, o País ainda está apenas no começo desse processo de transição energética para uma matriz mais limpa e sustentável já que a tecnologia fotovoltaica distribuída representa apenas 0,4% das unidades consumidores existentes no território nacional, hoje em torno de 84,4 milhões”, comenta Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da entidade.

Para Rodrigo Sauaia, CEO da Associação, a energia solar fotovoltaica, sobretudo na geração distribuída, é uma forte locomotiva de emprego e renda e atração de investimentos privados ao Brasil. “O setor solar fotovoltaico brasileiro já gerou mais de 165 mil empregos desde 2012, espalhados por todas as regiões do País. Apenas nos primeiros cinco meses de 2020, o mercado criou mais de 37 mil postos de trabalho, mesmo em meio à crise econômica e sanitária da Covid-19”, ressalta.


Esta é uma seleção de conteúdo da Reed Exhibitions Brasil sobre o mercado. O conteúdo foi originalmente produzido pela Revista Anamaco que, por sua vez, é parceira da Feicon Batimat. Clique aqui para ler o conteúdo completo.

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