5 números da obra construída em tempo recorde para o combate à Covid-19

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O combate à Covid-19 tem estimulado muitas parcerias que buscam trazer soluções a curto prazo para enfrentar a crise. Uma delas rendeu a construção hospitalar mais rápida do Brasil, localizada em São Paulo.

Trata-se da ampliação do Hospital Municipal M’Boi Mirim — Dr. Moysés Deutsch, localizado na zona sul da capital paulista. O anexo acrescenta uma centena de leitos para pacientes com o novo coronavírus.

Com trabalho em equipe e velocidade, a estrutura chama a atenção pela rapidez com que foi construída. Além disso, diferentes técnicas de construção e materiais contribuíram para que o anexo ao hospital fosse entregue em tempo recorde.

Veja 5 números que mostram a importância da construção modular nesta importante ação que contribui para o combate à Covid-19.

36 dias

A obra hospitalar mais rápida do Brasil foi erguida em um prazo recorde de 36 dias. Por causa disso, a entrega foi antecipada do dia 3 de maio para 27 de abril. Isso foi possível graças a estruturas modulares pré-fabricadas, feitas em Santa Catarina, que saem de fábrica com itens relacionados à parte elétrica, revestimentos internos, tubulações de ar, barras de acessibilidade e outros itens de acabamento.

Boa parte dos processos não envolveu o uso de materiais convencionais como tijolos, cimento e concreto. No entanto, são utilizados em maior quantidade estruturas e painéis metálicos. Dessa forma, toda a tecnologia faz com que obras sejam realizadas em torno de quatro vezes mais rápido do que construções convencionais e é popular em países como Estados Unidos, Japão e Austrália.

Veja algumas imagens da obra concluída:

100 leitos

O anexo do Hospital M’Boi Mirim oferece 100 leitos de enfermaria, voltados a pacientes de baixa complexidade que estão em observação por causa da Covid-19. Além disso, o atendimento será exclusivo para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

1.500m²

O espaço de 1.500m² da obra hospitalar formam um anexo ao hospital, mas a sua estrutura é permanente. Aliás, a estrutura possui banheiros com acessibilidade completa, além de áreas de apoio para os profissionais de saúde.

Os vídeos a seguir mostram parte da construção da obra hospitalar:

300 colaboradores

Aproximadamente 300 profissionais trabalharam na construção, resultado de uma parceria entre a Prefeitura de São Paulo, o Hospital Israelita Albert Einstein, a Ambev, a Gerdau e a Brasil ao Cubo. Além disso, cerca de 200 profissionais da área de saúde, como médicos e equipes multidisciplinares, serão deslocados para o local, que terá funcionamento 24 horas.

R$ 10 milhões

A construção custou R$ 10 milhões e passará a integrar a rede de saúde pública do município. Ou seja, após a crise causada pelo novo coronavírus, o anexo será utilizado pela população do Jardim Ângela e Jardim São Luiz, bairros próximos ao hospital.

Agora, veja outras ações de combate à Covid-19! Conheça as construções temporárias que contribuem para os hospitais de campanha em São Paulo!

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